Nefertiti: Documentario Discovery Channel (dublado)  

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Quem foi Nefertiti:


Nefertiti, cujo nome significa “a mais bela chegou”, foi uma importante rainha egípcia da XVIII dinastia. Foi esposa do faraó Amenhotep IV (mais conhecido como Akhenaton). Nasceu em 1380 a.C e morreu em 1345 a.C.
Foi seu marido, o faraó Akhenaton que substituiu o culto politeísta egípcio (crença em vários deuses egípcios) pelo monoteísmo (culto a apenas um deus) no Egito Antigo. Pela imposição do faraó, o rei-sol Aton deveria ser o único deus adorado. Nefertiti seguiu o atonismo imposto pelo marido.
Nefertiti teve seis filhas com Akhenaton: Meritaton, Mecketaton, Ankhesenpaton, Neferneferuaton, Neferneferuré e Setepenré.
Alguns egiptólogos defendem a hipótese de que Nefertiti governou o Egito durante dois anos, logo após a morte do marido Akhenaton.
A morte de Nefertiti também é misteriosa. Alguns historiadores acreditam que ela possa ter sido assassinada por sacerdotes. Estes, defensores do politeísmo, queriam desestabilizar o faraó e, por isso, assassinaram a esposa que era o braço direito dele.
Ficou muito conhecida na história em função dos lindos bustos de calcário, com sua face esculpida, encontrados nas escavações feitas na cidade de Tel el-Amarna (antiga Akhetaton).

Fonte:
http://cafehistoria.ning.com/video/nefretiti-revelada-parte-1
http://www.suapesquisa.com/egito/nefertiti.htm




















Fernando Henrique Cardoso - De Frente com Gabi - SBT  

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O De Frente Com Gabi no dia 1º de agosto, recebe Fernando Henrique Cardoso, ex-Presidente da República, político e intelectual que governou o Brasil por oito anos.
FHC tem 79 anos, é carioca, sociólogo e cientista social. Antes de Presidente, foi Senador, Ministro das Relações Exteriores e Ministro da Fazenda.
No bate-papo com Gabi, o convidado fala de sua carreira política e do atual governo. "O Lula não tem preocupação intelectual, ele sai falando", sobre o atual Presidente ter descreditado o que fez o antecessor. "Eles [o PT] sempre foram contra tudo o que fizemos de bom, mas agora dizem que são eles que fizeram", rebate.
Sobre a vida pessoal, FHC fala sobre a perda de esposa Ruth Cardoso. Não deixei de tê-la comigo todos os dias. Vivemos juntos por mais de 55 anos", desabafa.














Fonte:
Programa exibido em 01 de agosto de 2010
http://www.sbt.com.br/defrentecomgabi/
http://www.youtube.com/sbtdobrasil
Saiba mais:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Governo_Fernando_Henrique_Cardoso
http://www.consciencia.net/corrupcao/documentos/fhc-45escandalos.html
http://www.brasilescola.com/historiab/governo-fernando-henrique-cardoso.htm
http://www.pucsp.br/neils/downloads/v1_artigo_negrao.pdf

A vida intertextual: fantasia e realidade (Na'vis e Tribos indígenas)  

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A vida da na'vi remete muito a vida indígena. Ambos, ficção e realidade se comunicam com questões atuais: meio ambiente, exploração, sustentabilidade, cultura, aculturação, preservação e defesa da terra e dos recursos naturais, comunidades e minorias que sofreram e/ou sofrem com a violência do opressor, que tanto pode ser o colonizador de 1500 em diante, ou algum fazendeiro e/ou empresário sem essa consciência histórica e social.

O filme Avatar, de James Cameron, é uma boa sugestão para trabalhar com diversos temas em sala de aula/vídeo com os alunos por conta das interrelações entre cinema e realidade com temáticas como: meio ambiente, questão indígena, história, arte e cultura, etc.

Onde a arte/fílmica imita a realidade, o filme de James Cameron é universal, tanto que várias minorias, como palestinos, já se pintaram de azul para se dizer, de certa forma também na'vis, no que tange a opressão que sofrem, num mundo muito centrado ainda na questão da exploração dos recursos naturais e violência contra povo situados em tais locais, usando da força extrema para conseguir seus objetivos.
O programa Globo Ecologia, veiculado no sábado, dia 19/06/2010, é uma belíssima produção para se trabalhar em conjunto com o filme Avatar, junto ao alunado e até a comunidade escolar em geral.

O programa Globo Ecologia, mostra a luta de três índias da reserva da Jaqueira, em Porto Seguro, sul da Bahia, Brasil, para preservar a terra e a cultura dos pataxós, e da criação em 1998 da Associação Pataxó de Ecoturismo. Os turistas participam de ritual de integração dos índios como o homem branco. Da luta da aldeia, desde sempre para proteger a terra e seus habitantes e também os recursos naturais. Do resgate histórico e cultural.

Unir fantasia e realidade, eis uma grande forma intertextual de passar conteúdo pedagógico, tanto por professores de história, como outros mais...
A vida é intertextual, e o cinema, uma das formas de estabelecer esse diálogo universal...

Créditos e referências:

Observação: Episódios do Programa Globo Ecologia podem ser acessados através do canal Futura, via seu canal virtual, o Futuratec. "Futuratec, é serviço criado pelo canal Futura para disponibilizar gratuitamente para download boa parte de seu acervo de programas. São cerca de 700 episódios na íntegra, num formato de arquivo que pode ser gravado em disco para exibição em aparelhos de DVD, facilitando o uso educativo para grupos e turmas que nem sempre têm acesso amplo e permanente a computadores com internet.

Estão disponíveis episódios completos de séries como Passagem Para, Ética, Globo Educação, Globo Ecologia, Globo Ciência, Um Pé de Quê?, Chegados, Tempos de Escola, Dom João no Brasil e muitos outros. Estes conteúdos produzidos pelo Canal Futura podem ser ferramentas úteis para o educador."

Lá é possível buscar, baixar, gravar e compartilhar.
Pode ser acessado pelo link abaixo:

FUTURATEC:
www.futuratec.org.br

Foto avatar:
http://fotos.sapo.pt/mariasemcamisa/fotos/?uid=ZZ7b5DOuyIgmPqq7PuJe
Foto índio:
http://cartaumcanibal.blogspot.com/
Texto: fonte :
http://educa-tube.blogspot.com/search/label/sociologia
(adaptado)
Vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=2MIvbG5u1l0&feature=player_embeddedj





Marcia Tiburi, em "Provocações" na TV Cultura  

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O Provocaçõs é um programa da Tv Cultura. Mais informações em: http://www.tvcultura.com.br/provocacoes

"Os homens sempre foram donos do pensamento e do discurso. A filosofia é um território de disputas e as mulheres não estavam autorizadas a entrar nesse lugar"


Marcia Tiburi é graduada em filosofia e artes e mestre e doutora em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

É professora do programa de pós-graduação em Arte, Educação e História da Cultura da Universidade Mackenzie, colunista da Revista Cult e participante do programa Saia Justa, do canal GNT.

Saiba mais: http://www.marciatiburi.com.br/

E-mail:contato@marciatiburi.com.br









"História das Coisas"  

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O que é História das Coisas ?

Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.

História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.

História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

COMPARTILHE e MULTIPLIQUE

DIVULGUE História das Coisas entre seus amigos e perceba a reação deles!

OFEREÇA a escolas, bibliotecas, comunidades, colegas de trabalho, amigos e vizinhos.

Envie a eles um LINK para http://www.sununga.com.br/HDC/

COPIE para seu computador e apresente aos amigos

COPIE para seu computador e grave DVDs para distribuir

Quanto mais gente estiver consciente de seu papel no mundo do consumo, mais chances teremos de um futuro sustentável, o único futuro possível.



Jean-Jacques Rousseau. Do Contrato Social  

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Do Contrato Social (Síntese)


"1. A igualdade e liberdade do homem na natureza e sua supressão pelas convenções sociais. (livro I, 1,2,3,4)

Capítulo I

Segundo Rousseau, o homem nasceu livre e acredita ser senhor dos outros, porém não deixa de ser escravo de si mesmo. Estando ele constrangido a obedecer e obedecendo, faz bem; agindo contar isso, o faz melhor retomando sua liberdade pelo mesmo direito que lhe foi tomada ou porque não lhe pode ser mais negada.

Capítulo II

A mais antiga de todas as sociedades, e a única natural, é a família, pois os filhos permanecem ligados ao pai enquanto se faz necessária sua conservação. Ao cessar essa necessidade, o laço de dissolve. Os filhos ficam isentos da obediência que devem ao pai e esse fica isento dos cuidados que devia ao filho. A partir daí, retomam todos igualmente a sua independência. Se continuam unidos, não é mais naturalmente, é voluntariamente; a própria família se mantém apenas por convenção.

Conforme Rousseau, esta liberdade comum é uma conseqüência da natureza do homem, onde sua primeira lei é velar por sua própria conservação. Para ele, a família pode ser considera, então, como o primeiro modelo das sociedades políticas, na qual o chefe é a imagem do pai, o povo é a imagem do filho; e todos, nascidos iguais e livres alienam sua liberdade apenas pela sua utilidade.

Para Rousseau, todo homem nascido na escravidão nasce para escravidão, pois eles perdem tudo nesse “regime”, até mesmo o desejo de livra-se da opressão. E se existem escravos, é porque existiram escravos contra a natureza. A força fez os primeiros escravos, a indolência desses perpetuou esse estado.

Capítulo III

Se não transformar sua força em direito e a obediência em dever, o mais forte nunca será suficientemente forte para ser sempre o senhor. No entanto, o poder do mais forte é um direito tomado ironicamente na aparência. Ceder a força é um ato de necessidade, não de vontade, é no máximo um ato de prudência. Se é preciso obedecer pela força, não há necessidade de obedecer pelo dever. E se uma vez pode-se desobedecer impunemente, torna-se legítimos fazê-lo; e como o mais forte tem sempre razão, basta agir como o mais forte. Enfim, a força não faz o direito, se é obrigado a obedecer apenas as potências legítimas, por exemplo, a pistola de uma bandido.

Capítulo IV

Segundo Rousseau, as convenções são as bases de toda autoridade legítima entre os homens. Sendo assim, nenhum homem possui autoridade sobre seus semelhantes; se acontece a obediência é por mera convenção. Disso ocorre que se um homem torna-se escravo, vendendo-se a um outro, o faz pela sua subsistência.

Dizer que um homem ou um povo se dá gratuitamente é dizer algo absurdo. Mesmo que cada um pudesse alienar-se a si mesmo, não poderia fazer os mesmo com os seus filhos, tendo em vista que eles nasceram homens livres e sua liberdade lhes pertence.

Renunciar a sua liberdade é renunciar sua qualidade de homem, o direto da humanidade e seus deveres. O vencedor da guerra, através da convenção, por, segundo ele, possuir o direto de morte sobre o vencido, pode resgatar sua vida em troca de sua liberdade.

Em Rousseau, o escravo feito em guerra ou o povo dominado não tem qualquer obrigação para com seu senhor, pois só o obedece enquanto for forçado. 2. O contrato social, que funda a república, como reconstituirão da liberdade e igualdade naturais do homem. Associação que transforma cada pessoa particular em corpo político, através da alienação de cada associado em benefício da comunidade. (I,5 e 6)

Capítulo V

Quando homens isolados estão submetidos a um só, tem-se ai um senhor de escravos e não um chefe; não há bem público e nem corpo político. Seu interesse será sempre um interesse privado. Porém, se esse homem vier a morrer, seu império, depois dele, desmoronar-se-á. Para finalizar, segundo Grotius, um povo é um povo antes de se entregar a um rei. Essa própria doação é um ato civil que supõe uma deliberação pública. Portanto, antes de examinar o ato pelo qual o povo escolheu um rei , seria bom examinar o ato pelo qual um povo é um povo. Pois, há convenção anterior que faz com que o pequeno número se submeta a escolha do grande. Sendo assim, a lei da pluralidade dos sufrágios é, também, a instituição de uma convenção e supõe, pelo menos uma vez, a unanimidade.

Capítulo VI

Para Rousseau, estado de natureza é o estado primitivo do qual o homem saiu para não perecer, caso não mudasse sua maneira de ser. Portanto, para se conservar, deve formar por agregação um conjunto de forças que possa sobrepujar a resistência, direcionando-as a um único objetivo, fazendo-as operar em concerto.

O conjunto de forças só pode nasce do concurso de muitos. Nesse caso, encontrar uma forma de associação que defenda e proteja de toda força comum a pessoa e os bens de cada associado, e pela qual cada um se unindo a todos, obedeça apenas a si mesmo, e permaneça tão livre quantos antes, se faz necessária.

O contrato social, ou pacto social, exprime essa forma de associação: a alienação total de cada associado com todos seus direitos a toda a comunidade, cada um se doando inteiramente, em primeiro lugar, a condição é igual para todos e ninguém tem a intenção de torná-la onerosa aos demais. Se a alienação for feita sem reserva, a união é perfeita, pois quanto possível nenhum associado tem nada a reclamar. Se restam alguns direitos aos particulares, o estado de natureza subsistiria; não havendo um juiz qualquer um poderia sê-lo de si próprio e pretender sê-lo dos outros.

Esse ato de associação produz um corpo moral e coletivo, recebendo do mesmo sua unidade sem eu comum, sua vida e sua vontade. Forma-se a partir daí a pessoa pública, república ou corpo político. É soberano enquanto conjunto do corpo político que elabora as leis; e Estado, enquanto povo que obedece as leis.

3. O significado da vontade geral. Não é a maioria, não é a soma, o consenso ou a unanimidade: cada indivíduo pode, como homem ter vontade particular contrária à vontade geral que tem como cidadão... o indivíduo deve ser forçado a ser livre. O cidadão como súdito e soberano, simultaneamente. (I,6,7,8)

Capítulo VII

O ato de associação encerra um compromisso recíproco do público com particulares, e cada indivíduo, contratando consigo mesmo, encontra-se comprometido sob uma dupla relação: como membro do soberano relativamente aos particulares, e como membro do Estado relativamente ao soberano. Para finalizar, não há e nem pode haver nenhuma espécie de lei fundamental obrigatória par o corpo do povo, nem mesmo o contrato social, pois o dever e o interesse obrigam as duas partes contratantes à ajuda mútua e os próprios homens devem procurar reunir, nessa dupla relação, todas as vantagens que dela dependem.

O contrato social fornece ao homem as condições de desenvolver a sua natureza que são: razão, a livre vontade e a virtude. Qualquer atentado contra ele lança o homem ao estado de natureza. Portanto, a fim dele não configurar um simples pedaço de papel, o mesmo deve compreender tacitamente o compromisso de reciprocidade.

Capítulo VIII

A passagem do estado de natureza ao estado civil produz no homem uma mudança notável, substitui-se o instinto pela justiça, dando às suas ações a moralidade de que não dispunha anteriormente. A voz do dever sucede o impulso físico e o direito ao apetite. O homem, que antes olhava para si mesmo, é agora forçado a agir tomando como base outros princípios e consultando sua razão antes de ser influenciado por suas tendências. Fez-se um ser inteligente e um homem.

O que o homem perde pelo contrato social é sua liberdade natural, que tem por limites as forças do indivíduo, e um direito ilimitado a tudo o que tenta e que pode alcançar; o que vem a ganhar é a liberdade civil, limitada pela vontade geral, e a propriedade de tudo que possui. A obediência à lei que si prescreveu a si mesmo é liberdade. A liberdade moral é a única que torna o homem realmente senhor de si.

4.O soberano e o legislador . O homem extraordinário no estado capaz de mudar a natureza humana, convertendo o indivíduo em parte do todo, em cidadão soberano. (livro II, esp. cap.7)

Livro II, Capítulo VII

Rousseau diz que seriam precisos deuses para dar leis aos homens. Sendo que aquele que ousa empreender a instituição de um povo deve se sentir em condições de mudar a natureza humana, transformando cada indivíduo; de alterar a constituição do homem para reforçá-la; de substituir por uma existência parcial e moral a existência física e independente que recebemos da natureza. É preciso que tire do homem sua próprias forças, para dar-lhe outras que sejam estranhas, das quais só pode fazer uso com o concurso de outrem. A medida que essa forças naturais são mortas, as adquiridas são grandes e duráveis e a instituição é sólida e perfeita.

Aquele que redige as leis não tem, portanto, ou não deve ter nenhum direito legislativo, e o povo não pode despojar-se desse direito incomunicável uma vez que, segundo o pacto social, apenas a vontade geral obriga os particulares e a vontade particular é conforme a geral."

Por Edsom
Blog de origem: http://cienciassociaisefilosofia.blogspot.com/2007/12/jean-jacques-rousseau-do-contrato.html

Veja a importância da obra do filósofo suíço para as mudanças ocorridas na educação:




Viviane Mosé - Conexão Roberto D'Avila  

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O Conexão Roberto D'Avila apresentou, nos dias 18 e 25 de julho de 2010, às 20h, entrevista com a filósofa, poeta e psicanalista Viviane Mosé. A conversa com o jornalista Roberto D'Avila foi realizada no Rio de Janeiro, onde ela mora desde 1992. Entre os assuntos da conversa - além de filosofia, é claro -- estão a crise de valores e a importância da educação. Não poderia faltar, contudo, uma abordagem sobre o filósofo e pensador Friedrich Nietzsche, tema de sua tese de doutorado. Poemas da capixaba Viviane foram musicados pela cantora Mart'nália, a exemplo de "Contradição" e "Você não me balança mais".
A entevista está dividida em 6 (seis partes) e disponibilizadas em:
http://www.tvbrasil.org.br/conexaorobertodavila/videos/


QUEM É VIVIANE MOSÉ:
É capixaba e vive no Rio desde 1992. É psicóloga e psicanalista, especialista em “Elaboração e implementação de políticas públicas” pela Universidade Federal do Espírito Santo. Mestra e doutora em filosofia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É autora do livro Stela do Patrocínio -Reino dos bichos e dos animais é o meu nome, publicado pela Azougue Editorial e indicado ao prêmio Jabuti de 2002, na categoria psicologia e educação. Organizou, junto com Chaim Katz e Daniel Kupermam, o livro Beleza, feiúra e psicanálise (Contracapa, 2004). Participou da coletânea de artigos filosóficos, Assim Falou Nietzsche (Sette Letras, UFOP, 1999). Publicou em 2005, sua tese de doutorado, Nietzsche e a grande política da linguagem, pela editora Civilização Brasileira. Escreveu e apresentou, em 2005 e 2006, o quadro Ser ou não ser, no Fantástico, onde trazia temas de filosofia para uma linguagem cotidiana.
Atualmente é sócia e diretora de conteúdo da Usina Pensamento e apresenta diariamente na Rádio CBN, junto com Carlos Heitor Cony e Artur Xexéu, em um dos programas de maior audiência da rádio, o Liberdade de Expressão. Ao mesmo tempo, como palestrante e consultora, dedica-se a pensar os desafios das novas lideranças e as novas relações de trabalho na sociedade do conhecimento.
Se você quer conhecer livros, vídeos e artigos de sua autoria, entre em seu site e em seu blog:
http://www.vivianemose.com.br/
http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/blogdavivianemose/

Boas reflexões filosófica...